Postagens

Mostrando postagens de Abril, 2012

Santa Rita do Sapucaí/MG realiza a I Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência

I Conferência Municipal da Pessoa com Deficiência é realizada em Santa Rita Ouça a matéria:
A I Conferência Municipal da Pessoa com Deficiência de Santa Rita do Sapucaí ocorreu no auditório da Escola Estadual Doutor Luis Pinto de Almeida, na manhã desta quinta-feira (26). O encontro discutiu as necessidades, propostas e elegeu delegados que devem representar Santa Rita na Conferência Estadual no mês de junho.

Durante toda a manhã, a coordenadora da Coordenadoria Especial de Apoio e Assistência da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, Ana Lúcia de Oliveira, falou sobre a importância da criação do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e da conferência estadual.

Ela diz que a garantia de direitos é o principal ponto a ser conquistado pelas pessoas com deficiência. “A questão da saúde, da educação, do trabalho que são questões de direito. Na verdade nós já evoluímos, mas temos muito a evoluir para chegar ao nosso objetivo que é a inclusão”.

Os munic…

Conferências Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Imagem
23/04 - Cidades mineiras se preparam para Conferência da Pessoa com Deficiência


Os municípios mineiros estão se mobilizando, desde março deste ano, para promover melhorias das políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência.  Mais de 50 cidades estão envolvidas e vão promover, até o dia 30 de abril, conferências municipais ou regionais para discutir e elaborar propostas a serem apresentadas no encontro estadual, marcado para 19 a 21 de junho, em Belo Horizonte.
Com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), os municípios provocam discussões divididas em quatro eixos: Educação, esporte, trabalho e reabilitação profissional; Acessibilidade, comunicação, transporte e moradia; Saúde, prevenção, reabilitação, órteses e próteses; Segurança, acesso à justiça, padrão de vida e proteção social adequados.
Os municípios de Varginha, Timóteo, Governador Valadares, São Tomé das Letras, Araguari, Três Corações e Itabira já realizaram suas conferências e apresentaram d…

Bebês dentro do padrão

Imagem
Minha opinião:
A medicina preventiva. Algo que sonho que seja a realidade na saúde do Brasil, fazendo com que as pessoas com deficiência sejam independentes quando na fase adulta.Descobrir uma deficiência quando bebê e trabalhar na reabilitação dessa criança é fundamental para uma adolescência e vida adulta saudáveis. Hoje, infelizmente, deparamos com pessoas com deficiência em reabilitação na fase adulta, e por isto, dependente da família e do Estado.A utilização da medicina preventiva, trabalhando na reabilitação desde cedo da pessoa com deficiência, evitará muitas mazelas que enfrentamos hoje.Um tratamento adequado, através de uma equipe multiprofissional, fará com que os adultos estejam mais integrados e incluídos, até mesmo não precisando de Benefícios do governo para se manterem, pois estarão de tal forma preparados, saudáveis, integrados, até mesmo no trabalho.Não atuo com finanças, nem tenho esta pretensão, mas na minha concepção acho óbvio que seria uma economia para o país cu…

Palavra de presidente

Imagem
Reportagem extraída do Jornal Estado de Minas.Sérgio Sampaio fala às claras da dificuldade encontrada na entidade em que trabalha, traduzindo a angústia de muitas, que como a Apae são íntegras em seus trabalhos em prol do desenvolvimento social.Excelente reportagem, que destaca a realidade!_________________________________________________________________Administrador da Apae-BH moderniza a gestão da entidade, revela o desejo de torná-la modelo de atendimento social no país e faz duras críticas ao funcionamento das ONGs
Mírian Pinheiro Publicação:29/04/2012 04:00

Movimento apaeano

Segue abaixo reportagem extraída do Jornal Estado de Minas.
Publicação:29/04/2012 04:00 Hoje está mesmo cada vez mais difícil para as ONGs sobreviverem – até mesmo a Apae, que tem 56 anos de história e é respeitada. Na de BH, por exemplo, o custo médio de cada matriculado é R$ 600. Sérgio fala que trabalha gerenciando deficit. Mesmo assim, as entidades estão em um momento de mudança, embora ainda haja vestígios de uma antiga ordem misturadas às inovações promovidas pelo novo contexto de relação da sociedade com a deficiência. “O nosso modelo é voltado para um público mais comprometido. Tecnicamente tratamos de um deficiente intelectual que precisa de apoio mais extensivo e generalizado, porque os deficientes intelectuais menos comprometidos já estão na escola formal e no trabalho, totalmente incluídos”, observa.
A redefinição de público resultou numa readequação dos serviços; a da capital oferta aos seus assistidos oficinas de culinária, de sorvete e picolé e de produção de sabonetes e …